Resenha #5 - A Hospedeira - Stephenie Meyer


Título: A Hospedeira.
Autora: Stephenie Meyer.
Editora: Intrínseca.
Páginas: 560.


Sinopse:
Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo. Quando Melanie, um dos humanos "selvagens" que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a "alma" invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vívidas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente. Peregrina investiga os pensamentos de Melanie com o objetivo de descobrir o paradeiro dos remanescentes da resistência humana. Entretanto, Melanie ocupa a mente de sua invasora com visões do homem que ama: Jared, que continua a viver escondido. Incapaz de se separar dos desejos de seu corpo, Peregrina começa a se sentir intensamente atraída por alguém a quem foi submetida por uma espécie de exposição forçada. Quando os acontecimentos fazem de Melanie e Peregrina improváveis aliadas, elas partem em uma busca incerta e perigosa do homem que ambas amam. (Sinopse retirada pelo skoob)


Falar da leitura desse livro não é fácil, mas é preciso...
Eu lembro que sempre olhava esse livro nas livrarias e pensava em comprar por ser da mesma escritora de crepúsculo e mesmo assim nunca tinha tido curiosidade de ler, mas depois ouvi vários comentários de que o livro era bom e resolvi então ler para tirar as minhas próprias conclusões e foi a melhor coisa que fiz...


Quando Melanie uma das poucas humanas que ainda não tinha sofrido a invasão da "alma" foi capturada ela achava que tudo estava perdido, tudo estava acabado, ela não veria mais o seu irmão e nem seu grande amor. Ela lutou, ela correu, ela tentou se matar, mas foi em vão, porque eles a pegaram para uma alma que foi alertada dos sentimentos intensos dos humanos e que alguns poderiam ser mais resistentes que outros. 


**Em tantos milênios, os humanos nunca entenderam o amor. Quanto é físico, quanto está na mente? Quanto é acidente e quanto é destino? Por que casamentos perfeitos se desintegram e casais impossíveis prosperam? Não sei as respostas nem um pouco mais que eles. O amor simplesmente está onde está. Pag. 43**


Peregrina não sabia mesmo com todas as informações sobre a mente humana que invadir e tomar de conta da mente de sua mais nova hospedeira Melanie iria ser tão difícil, complicado e praticamente impossível, pois ela estava resistente e mesmo que Peregrina tivesse acesso a todas as suas lembranças ainda sim estava difícil.


No inicio foi meio chato (tenho que confessar) Mas a partir do capítulo seis foi ficando cada vez melhor. Peg me fez chorar e sofrer com ela (tá sou muito emotiva), mas ela foi uma personagem marcante, corajosa e decidida, o amor dela foi verdadeiramente infinito.


**Pude sentir quanto ela estava consciente daquela mão que estava na minha. Havia nela uma lenta elaboração emocional que eu não estava reconhecendo. Algo no limite da raiva, com uma ponta de desejo e uma porção de desespero.
“Ciúme”, esclareceu ela. (Capítulo 22)**


Junto aos humanos, Peregrina não pode dizer que Melanie vive, que habitam o mesmo corpo, pelo menos por enquanto. Os humanos pensam que ela é uma buscadora e jamais acreditariam em um absurdo daqueles. Peregrina é feita prisioneira, é mal tratada e odiada pelos humanos... é vista como um monstro, como um ser que só estava ali para levar a destruição para os poucos humanos que ainda restavam.


Aos poucos Peg vai conquistando a confiança de uns e raiva persistente de outros que continuavam resistente a presença dela ali naquele abrigo. 


Mas como pode existir um amor de 4 pessoas envolvidas em apenas 3 corpos? Entranho, mas deliciosamente magnifico de ler e compreender esse mundo por debaixo da terra.


**A sua definição de humano não é igual à minha. Para você, isso significa algo... negativo. Para mim, é um elogio; e na minha definição, você é humana, e ele não. Não depois do que ele fez. (Capítulo 33)**


O que eu posso dizer dessa viagem que tive desse romance científico, foi que me apaixonei pela história, me apaixonei por todo enredo e riqueza de Detalhes que Stephenie Meyer usou neste livro fascinante.


Cheio de drama interno, uma escrita cativante e totalmente reveladora a mim a hospedeira me deixou vidrada e viciada... Não consegui parar de ler. Os conflitos dela com os humanos e aos seus foi realmente emocionante e pude sentir na pele. Eu recomendo principalmente quem gosta de ficção científica... Prazeroso e fácil de entender esse será mais um sucesso com certeza nos cinemas também.
Xero! Até a próxima!


2 comentários

  1. Oi Diana!
    Nossa, como eu me emocionei com esse livro! Não sabia se torcia pela Peregrina ou pela Melanie e assim como você, após os primeiros capítulos também fui arrebatada. Gostei do filme, mas o livro não tem comparação!!
    Beijos... Elis Culceag. * Arquivo Passional *

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  2. Olá!
    Lembro que quando li o livro, achei mais ou menos!
    a peregrina é uma personagem intensa, mas achei ela muito dramática!
    Já Mel! eu adorei a Mel! Mesmo não entendendo esse romance dela mas ela... é o máximo!

    Beijo Lara!
    http://meusmundosnomundo.blogspot.com.br/

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